Foto: Divulgação FENAJUD

A FENAMP e a ANSEMP participaram, na última segunda-feira (10), de ato contra a Reforma Administrativa, em defesa da vacinação em massa e por um auxílio emergencial no valor de R$ 600. A manifestação foi promovida pela Fenajud (Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados), e também contou com a participação do Serjusmig, Sindijus-PR, Sindjus-RS, Sindjustiça-RN, Sinsjusto e CSP Conlutas. O protesto aconteceu na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).

As entidades presentes exigiram a retirada de pauta da PEC 32/2020, que prejudica a prestação de serviços básicos para a população e retira direitos dos atuais e futuros servidores públicos. O protesto também repudiou a situação de calamidade vivenciada nas cidades, com a ausência de políticas públicas que ofereçam assistência social aos mais pobres, principalmente durante a pandemia. Situação que pode ser agravada, caso a Reforma Administrativa seja aprovada.

Os participantes criticaram também a ausência de um cronograma com prazos e metas estabelecidos por grupos para a vacinação contra a COVID-19. Eles ainda defenderam o auxílio emergencial no valor de R$ 600,00. O ato foi finalizado com a entrega de cestas básicas, que somaram 4 toneladas de alimentos.

Para Márcio Gleyson Silva de Bittencourt, dirigente da FENAMP e ANSEMP, que representou as entidades no ato, a reforma administrativa “é o fim do serviço público brasileiro”. Conforme avalia Bittencourt, a proposta “abre porta para a privatização, abre porta para a corrupção, abre porta para o fim do serviço público gratuito e universal com acesso igual para todos. A gente sabe que, quando todos os serviços forem privatizados, grande parte da população será privada de todos os serviços públicos”. 

O dirigente da FENAMP e ANSEMP ainda defende a construção de um dia de “apagão do Sistema de Justiça”. Para ele, a perenização deve reunir o Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública na luta contra a reforma administrativa. 

Confira a fala Márcio Gleyson Silva de Bittencourt no ato:

Com informações: FENAJUD.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here